Hoje acordei mais triste que o habitual. Me dei conta da sua enorme ausência, da minha finitude e da incapacidade de levar tudo sozinha.
A vida (que me resta), talvez seja isso: ausências que se expandem em modo irrefreável. Tenho medo de perder até a mim mesma.
Dirão alguns: você tem tudo! Casa, comida e dor para lhe lembrar de existir. Só não tenho nas pessoas quem me veja como você me via.
Aí, eu choro um pouco. Talvez para salgar a vida e seguir sobrevivendo.
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